hungaro

FLAMENGO SEM NOME

Comprando a ideia de “indolência”, sem perceber o choque de paradigmas, muitos torcedores estão ansiosos para se livrarem dos antigos ídolos como se a culpa fossem deles por ser o que são. Quando a expectativa não for cumprida, perceberão que desperdiçaram momento raro na história. O dinheiro compra grandes jogadores, mas não forma um grande time e nem cria química (ou afeto). Ter um grande time, com grandes jogadores e com química entre eles é mágico e raro.

O “ethos” do jogo incorporado em Jude Bellingham

Fetiche do produto  Comum à tecnocracia instalada no esporte, a atividade de produzir cada vez mais, acumular e negociar, é um fenômeno do futebol (e seu alto-rendimento) que marca o triunfo das “linhas de montagem” na forma como se percebe o jogo.  Atrelado aos processos e mudanças globais dos anos 90. O exercício de jogar …

O “ethos” do jogo incorporado em Jude Bellingham Leia mais »

Sobre o Jogo de Aproximação: quando João Saldanha e Adrián Cervera se encontram

Várias vezes escutei que o futebol brasileiro não se preocupava com a organização ofensiva, pois dependia da inspiração e da liberdade. Uma espécie de “fazes o que tu queres”. Com o tempo, descobri que era ignorância e pretensão. A primeira por não se interessar pelo passado. A segunda por não respeitar os artistas e os técnicos que construíram a nossa história.

O descompromissado Flamengo e Boca Juniors de 1981 explica a vida do latino

Um evento magnífico que internalizou na sua forma a real preocupação de narrar as agonias e desesperos dos homens. Fundido a uma plateia que respirava e reorganizava o poder de cada nova peça, essa encenação poética durou por muito tempo no imaginário coletivo como uma grande passagem mitológica capaz de ser o fim nela mesma; …

O descompromissado Flamengo e Boca Juniors de 1981 explica a vida do latino Leia mais »

Ataque Funcional: história e conceito

Em 1969, Milan e Estudiantes disputavam o mundial de clubes. Heriberto Herrera, técnico da Inter de Milão, aconselhou Osvaldo Zubeldía, técnico do Estudiantes, a imitar a estratégia dos húngaros: sobrecarregar um lado do campo com vários jogadores próximos. Em 70, o Brasil buscava essas aproximações com um meia partindo da esquerda (Rivellino) e um ponta-de-lança …

Ataque Funcional: história e conceito Leia mais »

Rolar para cima