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FLAMENGO SEM NOME

Comprando a ideia de “indolência”, sem perceber o choque de paradigmas, muitos torcedores estão ansiosos para se livrarem dos antigos ídolos como se a culpa fossem deles por ser o que são. Quando a expectativa não for cumprida, perceberão que desperdiçaram momento raro na história. O dinheiro compra grandes jogadores, mas não forma um grande time e nem cria química (ou afeto). Ter um grande time, com grandes jogadores e com química entre eles é mágico e raro.

O “ethos” do jogo incorporado em Jude Bellingham

Fetiche do produto  Comum à tecnocracia instalada no esporte, a atividade de produzir cada vez mais, acumular e negociar, é um fenômeno do futebol (e seu alto-rendimento) que marca o triunfo das “linhas de montagem” na forma como se percebe o jogo.  Atrelado aos processos e mudanças globais dos anos 90. O exercício de jogar …

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Sobre o Jogo de Aproximação: quando João Saldanha e Adrián Cervera se encontram

Várias vezes escutei que o futebol brasileiro não se preocupava com a organização ofensiva, pois dependia da inspiração e da liberdade. Uma espécie de “fazes o que tu queres”. Com o tempo, descobri que era ignorância e pretensão. A primeira por não se interessar pelo passado. A segunda por não respeitar os artistas e os técnicos que construíram a nossa história.

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