Ataque Funcional

Sobre o Jogo de Aproximação: quando João Saldanha e Adrián Cervera se encontram

Várias vezes escutei que o futebol brasileiro não se preocupava com a organização ofensiva, pois dependia da inspiração e da liberdade. Uma espécie de “fazes o que tu queres”. Com o tempo, descobri que era ignorância e pretensão. A primeira por não se interessar pelo passado. A segunda por não respeitar os artistas e os técnicos que construíram a nossa história.

Ataque Funcional: história e conceito

Em 1969, Milan e Estudiantes disputavam o mundial de clubes. Heriberto Herrera, técnico da Inter de Milão, aconselhou Osvaldo Zubeldía, técnico do Estudiantes, a imitar a estratégia dos húngaros: sobrecarregar um lado do campo com vários jogadores próximos. Em 70, o Brasil buscava essas aproximações com um meia partindo da esquerda (Rivellino) e um ponta-de-lança …

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The Exceptionality of Brazilian Football

I provided this preamble to introduce a series of responses regarding the misuse (intentional or due to unpreparedness) of the term ‘functional attack’ (or relationism). Most people who opine on the topic have not read the texts and reflections I have produced on Medium or in threads, but they are dealing with a precarious idea – poorly reflected upon – of its meaning.

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