Pode (ainda) o jogador lançar-se à transcendência?
“”A existência é o que nunca será objeto, a origem a partir da qual penso e ajo, da qual falo através de raciocínios que não trazem conhecimento algum; a existência é o que se relaciona a si mesmo e, desse modo, à sua transcendência”. A orientação no mundo não pode oferecer nenhuma orientação unívoca, cientificamente […]
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