De Afonso a Afonso
Neste conto de Murilo Rocha, avô e neto se ligam através de fotografias, memórias e brilhos do futebol brasileiro
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Neste conto de Murilo Rocha, avô e neto se ligam através de fotografias, memórias e brilhos do futebol brasileiro
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A crise profunda do futebol brasileiro passa por aí. Não se trata de defender o imobilismo, e nem de se agarrar a uma ideia infantil de globalização como fábula, mas de redescobrir a força dialética do pícaro que deu singularidade ao nosso jogo.
A FÁBULA QUE ESCONDE O RACISMO RECICLADO Read More »
“Isso não tem nada a ver com Pablo Fernandez. A situação já era insustentável e o soco apenas antecipou o que, cedo ou tarde, viria à tona. E não era necessário conhecer os atritos de bastidor que agora aparecem.”
Sampaoli e Pedro: o lobo e a raposa Read More »
Dos quatro treinadores semifinalistas da Copa do Brasil, três foram diagnosticados como “ultrapassados” num passado recente
As semifinais dos pardais Read More »
Renato Gaúcho (Foto: JC PEREIRA/ AGNEWS) 27 de novembro de 2021 Flamengo x Palmeiras, final da Copa Libertadores da América. Nos 90 minutos, 1×1. Na prorrogação, em um domínio errado de Andreas Pereira, Deyverson saía na cara do gol e ganhava a Libertadores para os comandados de Abel Ferreira. Na tentativa de explicar o acaso,
O GRÊMIO DE RENATO GAÚCHO: A OBRA DE UM TREINADOR ULTRAPASSADO Read More »
O camisa 21 anseia constantemente o passe progressivo, a conexão com os meias, e, diferentemente de Thiago Maia, se destaca na execução segura do domínio orientado. Não sente desconforto jogando de costas e bate pressão facilmente com seus giros.
Thiago Maia é um dos problemas, Allan é a solução Read More »
O rumo escolhido pela CBF para a próxima Copa é heterodoxo, mas rico em possibilidades. A sua potência está precisamente numa combinação de “linhas tortas”, que podem gerar um contexto único para reinterpretar o nosso jogo. Saímos do pensamento linear com os seus roteiros traçados e rigidamente demarcados, e embarcamos numa aventura ao desconhecido.
Naquele momento, com ajuda dos cruzeirenses, se ouvia “Ah, Cavichiolê!” por toda Belo Horizonte.